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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

'Feudalismo, segundo Lula da Silva' acerta alvo da 89ª


Atualizado às 09h35 - 08/01
Dois imbróglios envolvendo o ex-presidente Lula menos de uma semana após deixar o governo marcam o que foram os 8 anos de governo supostamente presidencialista configurados, não tão na surdina assim, em feudalismo, segundo o execentíssimo Luís Inácio Lula da Silva. A notícia (06/01) produzida por Matheus Leião, de Brasília e disponibilizado no portal da Folha.Com, acertou na mosca o alvo da 89ª semana do Target NewsWeek, game de análise de notícias que classifica as cinco (se houver)que fizeram a diferença ao longo da semana. O primeiro refere-se à polêmica sobre a renovação ilegal de passaportes diplomáticos de dois filhos do ex-presidente. O segundo, tão lamentável quanto o primeiro, são as doces férias de Lula e família numa base militar do governo brasileiro. Os dois episódios revelam a faceta vil do governo Lula, que tentou, e ainda tenta, tranformar a democracia de todos num feudalismo dos amigos de São Bernardo, jogando o Brasil nas lamas absolutistas do século 5 d.C.. Presidente da OAB já disse que isso não ficará barato...

Sobre as férias de Lula, o assessor internacional da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, disse que a discussão e a controvérsia sobre a renovação do passaporte diplomático para os filhos do ex-presidente Lula são de uma 'IRRELEVÂNCIA' absoluta e minimizou o caso. Agora, ter esse passaporte garante aos portadores um tratamento especial e privilegiado. 'Francamente, eu acho esse tema de uma irrelevância absoluta. Eu imagino que possa agradar muito aqueles 3% ou 4% que consideram o governo Lula ruim ou péssimo, mas para mim é um tema inteiramente irrelevante, sinceramente', declarou Garcia.

Causas e consequências da notícia - A notícia revela como os 8 anos de governo Lula reduziram o Brasil do século 21 aos tempos do feudalismo no século 5 d.C., no que tange à forma de governança de um país que se diz democrático. Mesmo depois de deixar as barras do poder, Lula, filhos e seus amigos parecem querer usufruir do Estado indefinidamente, como se este fosse um prato oferecido apenas a quem adula os possuidores eventuais do poder. Mas 2 dias antes de entregar a marmelada, Lula quis dar de presente aos filhos passaportes diplomáticos? Certamente porque quem tem passaporte diplomático não enfrenta fila para passar pela alfândega e nem precisa de visto para ir a um sem-número de países. Enquanto isso, lá na estiva de todos os santos dias, estamos nós morando de favor em países que nos odeiam, como gente que nunca teve dignidade nem aqui. Para coroar o absolutismo, Lula sai de férias com sua digníssima família. Vai para Guarapari, Praia Grande, Piscinão de Ramos? Não, meus amores! Vai passar férias em uma base militar a convite do excelentíssimo ministro da Defesa. Segundo a lei, não há crime nenhum. Ora, ora! Num país de crimes em aluvião, sair da mesa sem pedir bença ao pai já seria o mesmo que cometer um crime inafiançável em outros tempos, com o perdão pela força da comparação. Quanto aqueles 3% ou 4% que consideram o governo Lula ruim ou péssimo, sobre os quais mencionou o assessor internacional da Presidência da República, deveriam merecer algum respeito. Afinal, são esses 3% a 4% que ainda mantem ativa a massa crítica deste país. Em um mundo em que o que interessa vai além da família e dos amigos de Lula, o Brasil precisa avançar para muito além das marcações seculares das capitanias hereditárias. Se não, seremos nada mais que um país entre as cordas do Carnaval de Salvador. E você já comprou o seu abadá. Vá a São Bernardo...

Confira agora as outras notícias que acertaram o alvo da última semana:

Sarney sugeriu ao PMDB usar salário mínimo para barganhar cargos

Críticas às férias de Lula em base militar são 'ridículas', diz Jobim

5 sinais de que um investidor está sendo tapeado por consultores

Telefonemas gratuitos pagos por anúncios antes das chamadas

domingo, 4 de abril de 2010

'Brasil do consumidor otário’ acerta alvo da 49ª semana


Na semana em que o Governo Lula coloca um ponto final na redução do IPI dos carros, descobre-se que os veículos produzidos no Brasil são bem mais caros aqui no país que os mesmos modelos brasileiros comercializados no México e na Argentina. A notícia (01/04), produzida pelo Jornal da Globo e disponibilizada no site G1, acertou na mosca o alvo da 49ª semana do Target NewsWeek, game de análise de notícias que classifica as cinco que fizeram a diferença ao longo da semana. O mesmo veículo pode custar a metade no México. Segundo a reportagem veiculada no Jornal da Globo, a culpa de tal discrepância recairia sobre o excesso de peso da nossa carga tributária. Um modelo que no Brasil custa R$ 32 mil é vendido na Argentina pelo equivalente a R$ 22 mil, e sai ainda mais barato no México: R$ 18 mil. Diferenças tão grandes nos preços são explicadas, em parte, pelos impostos. Na Argentina, a carga tributaria em um automóvel varia de 15% a 20%. No México, 20%. Já no Brasil, fica entre 27% e 40%. Mas isso não explicaria tudo. Por trás de preços tão convidativos lá fora estaria na verdade uma estratégia de marketing das montadoras para garantir uma fatia de mercado nesses países. O consultor do setor automotivo Marcelo Cioffi confirma que não são apenas os impostos que explicam os preços mais salgados no país. As montadoras aproveitam o bom desempenho do Brasil para aumentar a margem de lucro por aqui. Ou seja, explora o poder de compra dos brasileiros quando o governo faz uma redução de impostos de fachada. Trocando em miúdos, o consumidor brasileiro está sendo lesado duas vezes: pela ganância das montadoras para remeter lucros para suas respectivas matrizes endividadas e pela cobrança de extorsiva de impostos pelo governo. Quer dizer, a redução do IPI serviu apenas para salvar os rombos fiscais das empresas, pois o valor da redução dessa alíquota pelo governo será toda diluída pelos juros exorbitantes cobrados pelos financiamentos. Até existe na internet um movimento de boicote às montadoras. Mas, brasileiro, você sabe muito bem como é...

Reveja agora as outras notícias que acertaram o alvo na última semana:

Lula reconhece que PAC cumpriu menos de 50% das obras previstas

Ministros candidatos elevam em 110% verbas para seus Estados

Pesquisa afirma que 53,5% dos negros já estão na classe média

Estudo: Violência migra das capitais para cidades do interior do país

domingo, 29 de novembro de 2009

Comentário que condenou blogueiro acerta alvo da 31ª


Dono de blog é condenado a pagar R$ 16 mil por comentário de internauta. A notícia (24/11), produzida por Mariana Oliveira e Marília Juste e disponibilizada no webjornal G1 (São Paulo), acertou na mosca o alvo da 31ª semana do Target NewsWeek, game de análise de notícias que classifica as cinco que fizeram a diferença ao longo da semana. O estudante de jornalismo Emílio Moreno da Silva Neto, de 33 anos, morador de Fortaleza (CE), foi condenado pela Justiça cearense no mês de julho a pagar uma indenização de R$ 16 mil, em função de um comentário feito por um internauta em seu blog. Segundo a Justiça, o blogueiro foi condenado por "violação do direito de imagem" por ter se 'recusado' a dedurar o autor do comentário contra uma freira. Ora, ora, vejamos! O episódio envolvendo o blogueiro revela como a legislação territorial e patrimonialista está aquém das possibilidades da cibercultura. Vamos supor que o dono do blog morasse na principal rua do Iraque. Como seria feita justiça, mesmo que a notificação chegasse ao destino? Jamais! É fácil pegar o rato quando se sabe onde fica o buraco, mas impossível quando se vive na invisibilidade do ciberespaço. Que o digam as empresas que já perderam fortunas irrecuperáveis para hackers que conseguem viver em dois mundos. Não se trata de proteger 'vilões' de vilões. Afinal, na velocidade da luz da rede não dá para saber quem é vilão ou mocinho. Duvida? Você conhece alguém que perde tempo fazendo balanço das transações cambiais a cada segundo? O balanço de verdade só ocorre quando o rombo foi grande demais. A crise mundial de 2008 é prova irrefutável. Na cibercultura, o bem e o mal se misturam o tempo todo, sem nenhum juízo de valor, e quase ninguém se dá conta disso. Estar em rede é viver sem privacidade. Aceitando ou não essa premissa, o mundo gira ao sabor de quem pode mais... Aqui entre nós, a CNBB não estaria por trás da defesa da freira, mesmo que a matéria não tenha se pronunciado sobre isso? Estranho, mas eu deveria estar falando de liberdade de expressão ou liberdade de imprensa? Sinceramente, não sei, afinal o Estadão está há 121 dias sob censura judicial. E o meu vizinho só sabe gritar gol! E quanto ao 'erro' que o pobre 'herege' blogueiro possa ter cometido, onde mora o perdão da igreja, meus irmãos?

Reveja agora as outras notícias que acertaram o alvo na última semana:

2º lugar - Mensalão 3: corrupção acerta em cheio governo da capital federal

3º lugar - Especulação imobiliária? alarde sobre efeitos do clima no litoral

4º lugar - Eliminada chance de investimentos contra apagão no país

5º lugar - Família de Jean Charles receberá indenização da Scotland Yard

domingo, 15 de novembro de 2009

Apagão: falta de investimento acerta alvo da semana


O apagão que atingiu o Brasil na noite da última terça-feira ressalta a necessidade de fortes investimentos para garantir que a infraestrutura do país acompanhe seu robusto crescimento, afirmam especialistas do setor elétrico. A notícia (11/11) produzida por Brian Ellsworth(Reuters)e disponibilizada no G1 acertou na mosca o alvo da 29ª semana do Target NewsWeek, game de análise de notícias que classifica as cinco que fizeram a diferença ao longo da semana. Analistas ouvidos pela Reuters disseram que blecautes ocasionais são inevitáveis, mas ainda foi surpresa o fato de um problema de transmissão no Sudeste do Brasil ter afetado Estados a milhares de quilômetros ao norte e deixado quase metade do país às escuras. Segundo Luiz Pinguelli Rosa, ex-presidente da Eletrobrás, gigante estatal do setor, "tem que melhorar a gestão do setor elétrico, não se pode minimizar o problema". Afirmou ainda que "há problemas na gestão de acidentes. Temos que ter um sistema protetor." O Brasil, maior país da América Latina e sua maior economia, sempre enfrentou enormes desafios no que se refere à distribuição de energia ao longo de seu vasto território, que exige uma extensa rede de linhas de transmissão localizadas em áreas frequentemente isoladas.`Para Otavio Santoro, diretor-executivo da empresa de consultoria Indeco Energia, "problemas vão ocorrer sempre, mas não devem ter reflexo em dez Estados". Pela primeira vez na história, Itaipu parou totalmente de funcionar, deixando de fornecer quase 20 por cento da energia brasileira. O fato é que, após o blecaute que deixou 18 Estados às escuras, o sistema elétrico brasileiro revelou sua vulnerabilidade por falta de investimentos.


Reveja agora as outras notícias que acertaram o alvo na última semana:

2º lugar - STJ decide que BHTrans não pode multar em Belo Horizonte

3º lugar - Lucro da Petrobras tem queda de quase 30% no 3º trimestre

4º lugar - FGTS terá este ano menor rendimento desde sua criação em 1966

5º lugar - Lula defende fim do monopólio dos meios de comunicação