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domingo, 20 de dezembro de 2009

Fracasso histórico da COP 15 acerta alvo da 34ª semana


O governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, é a própria imagem daqueles que acham que a ficção pode se confundir com a realidade. Na vida real, o comício-show de Schwarzenegger contrastou com o fracasso histórico da COP 15. A notícia (19/12), produzida pela redação do portal Terra, acertou na mosca o alvo da 34ª semana do Target NewsWeek, game de análise de notícias que classifica as cinco que fizeram a diferença ao longo da semana. O fracasso do acordo da Cúpula Mundial do Clima foi atribuído pelas principais ONGs que participaram da conferência em Copenhague (Dinamarca). As ONGs Fundo Mundial para a Natureza (WWF), Oxfam, Avaaz e Amigos da Terra criticaram o "fracasso histórico" que supõe o Acordo de Copenhague na luta contra a mudança climática. O documento, assinado por cerca de 30 países, foi reprovado pelas ONGs por sua falta de ambição, após circularem as primeiras minutas. O texto omite qualquer referência às reduções globais do bloco industrializado para 2020 e 2050, como propunha a ONU, e se limita a reunir os objetivos de redução de emissões poluentes anunciadas em cada país antes da reunião em Copenhague.

Reveja agora as outras notícias que acertaram o alvo na última semana:

2º lugar - Mensalão do PT só será julgado após as eleições de 2010

3º lugar - Manobra do governo garante verba para investir em ano eleitoral

4º lugar - Sarney retira ação mas 'Estadão' continua sob censura judicial

5º lugar - IBGE:71% dos estudantes entre 13 e 15 anos já consumiram álcool

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Web com restrições nas eleições acerta alvo da 21ª


A Internet será equiparada ao rádio e à TV para efeito de regras de debates eleitorais. A notícia (15/09) produzida por Fernando Rodrigues em seu blog homônimo acertou na mosca o alvo da 21ª semana do Target NewsWeek, resenha que classifica as cinco notícias que fizeram a diferença ao longo da semana. Segundo o ponto de vista do jornalista, os conservadores deram um nó tático nos senadores pró-web livre. Muitos saíram comemorando, tuitando, mas a liberação foi manca. Não dá para dizer que o Brasil tem web livre se debates seguem as regras da TV e do rádio. É verdade! Azeredo mostrou ser um grande engambelador. O TSE só impôs restrições na eleição passada porque a lei de 1997 tinha um dispositivo que seria eliminado com a exclusão do 57-D. Ou seja, ao derrubar o 57-D, o Senado estaria derrubando a resolução do TSE. O Senado tem mais de 10 mil funcionários, mas nenhum apareceu para alertar algum senador a respeito do assunto. Aloizio Mercadante (PT-SP) e outros defensores da web livre caíram na cilada. Aceitaram a modificação. Não deram a devida atenção a um outro contrabando no texto feito por Azeredo. Ele e Marco Maciel (DEM-PE) só concordaram em desidratar o 57-D porque tinha incluídoo todas as restrições para vídeo e áudio em debates na web (que estavam no artigo 57-D) em outro trecho da lei. Dessa forma, a principal, repito, principal restrição normativa à web foi totalmente mantida para o período eleitoral do ano que vem. Não há como conceber a cobertura da eleição pela internet sem usar imagem e áudio de debates. No Brasil, essa será a regra a menos que o portal, site, blog etc. se disponha a dar espaço igual a todos. Uma anomalia. A hiperssubjetividade acabou causando restrições na web para as próximas eleições. Portanto não dá para dizer que a Internet no Brasil seja totalmente livre no Brasil. Enquanto isso, juiz do caso "Estadão" é afastado, mas justiça mantem censura ao jornal. Quer dizer! Esse o Brasil de sempre...

Reveja agora as outras notícias que acertaram o alvo na última semana:

2º lugar - Taxa de acidentes aéreos fatais é 4 vezes maior no Brasil

3º lugar - Energia limpa: Carros flex poluem menos com uso de gasolina

4º lugar - Guru da auto-ajuda prevê nova onda da crise financeira mundial

5º lugar - Estudo: quase 70% dos agressores são parceiros íntimos em SP