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sábado, 21 de agosto de 2010

'Rádio e TV não mudam eleição' acerta alvo da 69ª


Atualizado às 11h18 - 21/08
Programas no horário eleitoral gratuito no rádio e na TV não mudam favoritismo dos candidatos. A notícia (16/08), produzida por Arko Adice, empresa de consultoria política e disponibilizada no Blog do Noblat hospedado no portal Globo.com, acertou na mosca o alvo da 69ª semana do Target NewsWeek, game de análise de notícias que classifica as cinco (se houver)que fizeram a diferença ao longo da semana. Analisando as quatro eleições presidenciais anteriores (1994, 1998, 2002 e 2006), mesmo considerando as peculiaridades inerentes a cada uma, constata-se que depender apenas da campanha no rádio e na TV não é suficiente para a vitória. Então, nas eleições de 2010 não será diferente. À frente na maioria das pesquisas às vésperas do horário eleitoral gratuito, Dilma deve se confirmar como a nova presidente do Brasil, sendo a primeira mulher a ocupar o cargo mais importante do país. Segundo pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo, Dilma aparece na liderança da corrida presidencial com 17 pontos de diferença para seu principal adversário, José Serra (PSDB), e venceria no primeiro turno se as eleições hoje (21/08). A petista tem 47% das intenções de voto contra 30% de Serra. O estranho nisso tudo é que, segundo pesqusas, o horário eleitoral gratuito tem audiência semelhante à de novela e seriado. Das duas, uma: os espectadores no Brasil assistem TV como torcedores de futebol, ou não tem TV a cabo em casa. Seja como for, trata-se de uma audiência falida... Não serve para nada! Apenas para eleger historiacamente gente de caráter duvidoso...

Dilma Rousseff (PT) começou a campanha no rádio e na TV na frente de José Serra (PSDB). Pela média da maioria das pesquisas, a petista detinha 40,53% das intenções de voto contra 32,86% de José Serra (PSDB).

Causas e consequências da notícia A notícia confirma o que diversas pesquisas já vem mostrando há tempos: queda do poder de influência do rádio e da TV. Talvez, as novas formas de ver, ler e editar o mundo, como o advento dos newsgames, expliquem essa mudança de comportamento da audiência de massa. Desde a última terça-feira (17/08), cerca de 22.400 candidatos abriram a saga do programa eleitoral gratuito, para uma audiência de 135,804 milhões de eleitores. Até 30 de setembro, serão 130 horas de programação eleitoral, além de inserções diárias de 30 segundos nos intervalos da programação normal de rádio e TV, entre 8h e 0h. Na TV, a propaganda eleitoral terá dois blocos de 50 minutos, às 13h e às 20h30, de segunda a sábado — no rádio, os programas vão ao ar às 7h e às 12h. Os candidatos a presidente se apresentam às terças, quintas e sábados, usando um total de 25 minutos por bloco. O que há de interessante no horário eleitoral para que uma audiência média diária de 50 pontos aguente tal maratona enfadonha? Talvez, figuras como Tiririca expliquem essa alienação em massa?

Reveja agora as outras notícias que acertaram o alvo na última semana:

2º Concessões dadas a rádios triplicam em ano eleitoral no Brasil

3ºConselho Nacional de Justiça amplia benefícios de juízes federais

4º Dez anos após matar a namorada, Pimenta Neves vive em liberdade

5º Capa de revista Época revela voto da Rede Globo contra Dilma e PT

sábado, 9 de maio de 2009

Denúncia da Band contra JN acerta o alvo da 2ª semana


Na 2ª semana da resenha do Target NewsWeek, uma denúncia do âncora do Jornal da Band, Ricardo Boechat, contra o Jornal Nacional acertou na mosca o alvo das notícias que realmente fazem a diferença, gerando ações e resultados práticos. A pouco minutos do encerramento do Jornal da Band (No ar de 19h20 às 20h15), Boechat colocou a boca no trombone, ao denunciar o acerto nefasto entre o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e a direção editorial do Jornal Nacional, com o intuito de postergar para abertura do noticiário global a entrevista coletiva sobre o anúncio do 5° caso de gripe suína no país. Em tom de indignação, Boechat afirmou que o ministro já havia confirmado a entrevista coletiva para anunciar mais um caso da doença. Segundo o âncora, a edição do Jornal da Band havia esperado o anúncio até o final do telejornal, mas que o ministro preferiu atender as conveniências de outra emissora. Diante da situação, Boechat finalizou: - “...num caso como o da gripe suína, tal atitude do ministro era abominável”. Logo em seguida, no outro canal, o âncora William Bonner abre o Jornal Nacional (No ar das 20h15 às 20h55) falando sobre o avanço da gripe suína. Após uma matéria de abertura, a repórter Cristina Serra entrou ao vivo de Brasília, informando que o ministro havia confirmado o 5º caso da doença minutos antes. Por constrangimento, certamente, a coletiva de Temporão não foi ao ar como havia sido acertado com a Globo.

Reveja agora as outras notícias que acertaram o alvo na última semana:

2º lugar - Confirmação dos 4 primeiros casos de gripe suína no Brasil

3º lugar - Deputado que se lixa para opinião pública pode perder relatoria

4º lugar - Ex-diretor do Senado pode ser investigado pela Polícia Federal

5º lugar - Jogador é expulso da Libertadores por fingir ter gripe suína